Ter um sistema de aquecimento para a piscina da sua casa é uma ótima ideia para aproveitar o uso durante todo o ano, independente da estação e do clima. Mas é importante investir em um sistema de aquecedores de piscina econômico, sustentável e com significativa potência de calor.
Dados do relatório anual Solar Heat WorldWide — edição de 2016 — da Agência Internacional de Energia (IEA) mostram que 94% da energia produzida por sistemas de aquecimento solar no mundo em 2014 foi especialmente para o uso doméstico.
Desse total, 68% foi para sistemas de pequena escala unifamiliares, 27% para aplicações maiores em condomínios, hotéis, escolas e 4% para o aquecimento solar de piscinas.
Esse relatório mostra ainda que entre os tipos de coletores solares instalados em 2014 em todo o mundo 22,1% são fechados, ou seja, para aquecimento de aplicações sanitárias ou banho, 71,1% são a vácuo, para aplicações de altas temperaturas na indústria e 6,3% são abertos destinados ao aquecimento de piscinas.
Se você deseja instalar um sistema de aquecimento na sua piscina mas ainda não sabe o que é preciso considerar antes de adquiri-lo, acompanhe o nosso post.
Os tipos de aquecimento para piscina
O primeiro passo para quem deseja esquentar a água, é conhecer os tipos mais comuns de sistemas de aquecimento para piscina. São cinco: elétrico, trocador de calor, solar, a gás, a lenha e pelas capas térmicas.
Aquecedor elétrico
O aquecedor elétrico apresenta bom aquecimento da água da piscina e embora tenha um preço de aquisição razoável, o consumo de energia elétrica mensal costuma ser mais alto. Isso porque caso a temperatura ambiente seja menor que 15º C, o equipamento elétrico perde rendimento, o que eleva o gasto de energia.
Trocador de calor
O trocador de calor é usado na maioria das piscinas, e como o próprio nome diz, ele aquece de forma elétrica e alternada. Embora o custo de aquisição e mensal sejam mais altos, o trocador de calor atende ao quesito da sustentabilidade.
Solar
O aquecedor solar é o mais ecológico, já que usa a radiação do sol para elevar em até 10 graus a temperatura da água da piscina. O sistema precisa de uma área de placas solares instaladas, equivalentes ao tamanho da piscina, e depende da radiação solar que atuará sobre os coletores. Seu custo mensal é baixo e seu poder de aquecimento é considerado médio.
A gás
O aquecedor que utiliza o sistema a gás permite atingir qualquer temperatura da água, sempre que for necessário aquecê-la. Contudo, o consumo de gás para atingir a elevação da temperatura da água é alto e o sistema não é ambientalmente correto.
A lenha
O sistema a lenha costuma ser o mais trabalhoso. O custo de aquisição é médio, mas o mensal é bem alto. Vale lembrar ainda que não é um sistema sustentável, já que tem de extrair lenha da natureza para alimentar o aquecimento da piscina.
Capas térmicas
As capas térmicas não são um sistema, mas um acessório usado para reter o calor da água aquecida. Isso porque uma piscina aquecida tende a perder calor para a superfície. Assim, a capa térmica é uma barreira para que a perda de temperatura da água da piscina seja o menor possível.
Cuidados na hora da compra
O tamanho da piscina e o tempo de aquecimento
Antes de decidir pelo melhor sistema de aquecimento para a sua piscina é preciso avaliar a sua dimensão, já que isso influencia no tempo gasto para esquentar toda a água.
Em piscinas menores, por exemplo, praticamente todos os sistemas de aquecimento funcionam bem, com destaque para a eficiência do a gás. Já nas piscinas maiores, esse não funciona tão bem. Vale lembrar que para usar o aquecimento solar, é preciso confirmar a incidência do sol no local onde a piscina está instalada.
A sustentabilidade do produto escolhido
As opções de sistemas de aquecimento da piscina que mais atendem a sustentabilidade são a solar e a elétrica. Elas são as menos poluentes e agressoras ao meio ambiente.
A capa térmica também é uma boa opção para quem preza pela sustentabilidade, contudo ela funciona apenas se for usada em dias que a temperatura ambiente já esteja elevada.
A facilidade de instalação e manutenção do aquecedor
É preciso averiguar ainda o grau de dificuldade de instalação de cada sistema de aquecimento de piscinas. O aquecimento elétrico é fácil de ser instalado e custa em torno de R$ 1,5 mil. A instalação do trocador de calor é mais cara, ficando em torno de R$ 6 mil. O aquecimento a lenha também é mais barato, custando cerca de R$ 1,5 mil, porém a instalação e a manutenção são bem trabalhosas, principalmente porque é preciso repor manualmente a madeira.
O sistema a gás custa cerca de R$ 3 mil e o solar fica em torno dos R$ 5 mil e ambos demoram um pouco para serem instalados, contudo o investimento compensa, já que o gasto mensal e a manutenção são bem baixos.
A última pesquisa do Departamento Nacional de Energia Solar Térmica (DASOL) revela ainda que o aquecimento solar no Brasil comemora o desempenho de destaque no cenário mundial, já que entre 2010 e 2015, o setor cresceu 8% por aqui, colocando o país na terceira posição do ranking mundial.
No ano de 2015, foram produzidos 7.968 GWh de energia, com 12,4 milhões de metros quadrados acumulados de área instalada. Vale destacar que os coletores abertos são usados em piscinas e representam 43,5% dos instalados no país, contra 54,7% dos fechados e 1,8% dos a vácuo.
Bem, não interessa o tipo de aquecedor de piscina que você vai escolher, mas um ponto que deve ser sempre considerado é se o sistema tem aprovação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O selo de qualidade vai garantir o perfeito funcionamento e o eficiente aquecimento da sua piscina.
E então? O que achou das opções de aquecedores de piscina? Já escolheu o melhor para a sua casa? Para ter acesso a mais informações sobre o assunto e sanar suas dúvidas, siga a Paraíso das Bombas nas redes sociais: Facebook e Twitter.


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