As motobombas são equipamentos que possuem a mesma funcionalidade de modo geral: bombear a água para que ela seja levada a um determinado local. Mas esse impulsionamento pode ser feito de várias maneiras, e para isso existem diferentes modelos de bombas no mercado.
Os três modelos mais comuns são a bomba centrífuga, a bomba periférica e a bomba autoaspirante. Elas possuem diferentes características e, portanto, podem ser usadas em diferentes projetos com as mais diversas necessidades. Ainda que todas sirvam para fazer o transporte de um alto volume de água por meio da pressurização, elas trabalham de maneira diferente.
Dessa forma, algumas são usadas para encher os reservatórios em residências, como as caixas d’água, e outras são utilizadas para preencher os reservatórios industriais. Há ainda as que são usadas para remover água acumulada em locais inapropriados para evitar transbordamentos, por exemplo, ou mesmo para a sucção.
Se você tem um projeto e precisa de uma bomba, mas ainda não sabe qual atende melhor a sua demanda, acompanhe o nosso post para compreender melhor a diferença entre os modelos de bombas e conhecer mais sobre o funcionamento da bomba autoaspirante.
O que é e como funciona?
Bomba autoaspirante
A bomba autoaspirante, como o próprio nome diz, é capaz de aspirar a água por conta própria. É o único tipo de bomba desenvolvida para transferir a água, sem deixar que ela retorne. Seu funcionamento envolve primeiramente a retirada gradual do ar da tubulação, para então dar início ao bombeamento.
Por ser autoaspirante, esse tipo de bomba não precisa realizar a escorva do ar. Ela não precisa de uma válvula de pé — também conhecida como válvula de retenção — e tem a capacidade de manter a tubulação da sucção sempre cheia, o que a permite levar o volume de água a alturas maiores que as normais.
A bomba autoaspirante tem um compartimento que retém a água e, portanto, o esforço do equipamento para o bombeamento é menor que os demais tipos de bombas.
Essa bomba é usada principalmente em poços artesianos ou em reservatórios de até 7 metros de profundidade, já que ela opera acima do solo e também na irrigação e na nebulização de aviário. A bomba autoaspirante é um tipo de bomba centrífuga que exerce uma menor pressão.
As marcas mais recomendadas de bombas desse tipo no mercado são a Dancor, a Schneider e a Thebe.
Bomba centrífuga
Como o nome indica, esse tipo de bomba funciona com a força centrífuga, aquela que não é considerada força por não cumprir os requisitos de acordo com a segunda Lei de Newton, principalmente no que diz respeito a aceleração.
Para entender melhor o funcionamento da bomba centrífuga, é importante destacar que essa força não pode ser vista de longe, já que ela não envolve a aceleração. A força centrífuga só pode ser sentida pelo objeto ou pessoa que está sujeito a ela. É, portanto, conhecida como força inercial ou fictícia.
Dessa forma, as bombas centrífugas precisam de uma válvula de retenção ou válvula de pé, instaladas na extremidade inferior da tubulação de sucção para garantir o perfeito funcionamento da bomba.
É essa válvula de retenção que fará com que a tubulação esteja constantemente cheia, fazendo com que o equipamento tenha o mínimo esforço de sucção. A bomba centrífuga é o tipo mais indicado para o bombeamento de líquido do saneamento básico, bem como na transferência de grandes volumes de água em residências — casas e edifícios — e também nas indústrias.
Bomba periférica
A bomba periférica é tecnicamente parecida com a bomba autoaspirante. Contudo, ela possui uma capacidade manométrica — medição em altura do quanto uma bomba consegue suspender um líquido — bem superior às demais.
Esse tipo de bomba também não precisa de uma válvula de retenção para funcionar. O seu uso é mais indicado para locais onde existe maior risco de falta de abastecimento de água. Nesses casos, ocorre a constituição de bolhas e a bomba periférica atua para eliminar o ar e manter o abastecimento de água normalizado.
A bomba periférica também trabalha no nível acima do solo. Em caso do seu uso, vale destacar que o ideal é que se construa uma cisterna próxima ao hidrômetro, o que diminuirá a perda de pressão de entrada de água e facilitará o abastecimento do local.
O que considerar na escolha da bomba autoaspirante?
Antes de escolher a melhor bomba autoaspirante para o seu projeto, é importante verificar as principais especificidades do equipamento. Dentre elas, a mais importante é a altura de sucção, que pode ser considerada o desnível entre a lâmina d’água do reservatório e a bomba.
Outra especificidade de destaque a ser avaliada é a altura de elevação ou recalque. Essa altura consiste na distância entre a bomba e o ponto mais alto da instalação no qual o equipamento deverá transportar a água.
Vale lembrar da importância de avaliar a dimensão da tubulação, bem como a vazão, em que a bomba autoaspirante terá que atuar. É preciso estar atento aos critérios técnicos para que a instalação da bomba ocorra de forma adequada e garanta o perfeito funcionamento do sistema.
Lembre-se de conferir a tabela do fabricante da bomba ao realizar o dimensionamento. Usar esse tipo de bomba em alturas inferiores à delimitada pelo fabricante pode gerar sobrecarga no motor elétrico e ainda causar a perda da garantia. As bombas autoaspirantes Dancor possuem 18 meses de garantia, enquanto os equipamentos da Schneider e Thebe têm 12 meses.
Saber escolher o melhor tipo de bomba, bem como a melhor marca e modelo é a maneira mais eficiente de garantir que o abastecimento de água vai ser feito de maneira correta e em total segurança, sem causar nenhum tipo de problema.
E então? Já sabe se a bomba autoaspirante será a mais útil para o seu projeto? Se ainda tem dúvidas sobre qual tipo de equipamento adquirir, entre em contato com a Paraíso das Bombas e converse com profissionais especializados no assunto, que vão te ajudar na escolha do melhor modelo e marca.

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